12 de fevereiro de 2020
mercado mundial da soja
O
décimo (10°) levantamento do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos da
América – USDA, para a produção mundial de soja previu uma colheita de 339,4
milhões de toneladas para 2019/20, recuo de 5,4% em relação a
2018/19.
Comparando
a atual expectativa com a divulgada há um mês, houve um ajuste para cima de 170
mil toneladas.
O USDA
aumentou as estimativas de consumo mundial de soja nesse
levantamento, totalizando 351,1 milhões de toneladas, um recorde que supera em
7,4 milhões de toneladas o volume registrado em 2018/19.
Os
estoques mundiais da oleaginosa ficaram 2,2 milhões de toneladas acima do
projetado no mês passado, com aumento nos volumes estimados para China e o
Brasil.
As
exportações mundiais do grão devem chegar à 151,5 milhões de toneladas em
2019/20, com aumento nos embarques dos Estados Unidos e do Brasil.
A
estimativa de produção para os Estados Unidos manteve-se inalterada na passagem
do mês, prevista em 96,8 milhões de toneladas, e 19,6% inferior a
colheita da safra 2018/19.
Já a
produção brasileira foi revisada para cima, ficando 2 milhões de toneladas
acima do volume estimado no relatório anterior, devido ao clima favorável no
Mato Grosso e a melhora das chuvas na região Sul do país. A colheita deve
atingir 125,0 milhões de toneladas na safra atual.
A
oferta de soja estimada para Argentina e China não tiveram alteração em relação
ao levantamento passado.
Em
relação ao 9º levantamento, o USDA não alterou sua expectativa de consumo para
os Estados Unidos, projetado em 60,8 milhões de toneladas. O volume supera em
0,4% o recorde registrado em 2018/19.
A
demanda pela soja no Brasil foi revisada para cima em 0,3% em relação ao mês
passado.
Para a
China, a estimativa de demanda aumentou em 1 milhão de tonelada na passagem do
mês, refletindo expectativas de um maior esmagamento. As importações chinesas
de soja aumentaram 3,5% em relação ao relatório anterior, e devem atingir 88
milhões de toneladas. Para os estados Unidos, o USDA revisou para cima os embarques
do país pela primeira vez nessa temporada. O volume ficou 2,8% acima do
projetado no levantamento anterior, e se deve a um aumento nas expectativas de importações
da soja americana pela China.
Os
embarques da soja brasileira também aumentaram na passagem do mês, ficando 1,3%
acima da previsão de janeiro, estimados em 77 milhões de toneladas. O volume é 55%
superior as vendas externas americanas. Juntos, Brasil e Estados Unidos devem
responder por 84% do comércio mundial da oleaginosa em 2019/20.
O USDA
previu novamente um aumento nos estoques brasileiros de soja, que passaram de
31,2 para 32,2 milhões de toneladas entre o 9o e o 10o levantamento. O volume supera
em 5,8% o registrado em 2018/19.
Para
os Estados Unidos, o órgão rebaixou os estoques de soja em 10,6% em relação a
previsão de janeiro. Na comparação com 2018/19, o volume é 53,3% inferior.
Os
estoques chineses registraram aumento de 10,1% na comparação mensal, e foram
projetados em 21,7 milhões de toneladas.
30 de janeiro de 2020
Mercado Mundial da Soja
O nono
levantamento do Departamento de Agricultura dos EUA- USDA para a produção mundial de soja previu
uma colheita de 337,7 milhões de toneladas para2019/20, recuo de 5,7% em
relação a 2018/19.Comparando a atual expectativa com a divulgada há um mês,
houve um ajuste para cima de 200 mil toneladas.
O USDA aumentou as estimativas
de consumo mundial de soja nesse levantamento, totalizando 350,1 milhões de
toneladas, um recorde que supera em 6,5 milhões de toneladas o registrado em
2018/19.
Os estoques mundiais do grão foram projetados em 96,7 milhões de
toneladas. As exportações mundiais do grão devem chegar à 149,1 milhões de
toneladas em 2019/20, volume relativamente estável em relação aos embarques de
2018/19.
Para os Estados Unidos, a produção de soja foi estimada em 96,8
milhões de toneladas, crescimento de 0,2% na comparação mensal.
O aumento é
consequência de uma produtividade maior que a esperada, que deve ficar em 53,2 sacas
por hectare.
No entanto, em relação a safra anterior, a colheita deve ser 19,6%
menor.
O Brasil deve se apropriar de parte dessa queda dos EUA.
A previsão
aponta para uma safra de 123,0 milhões de toneladas para 2019/20, alta de 5,1%
sobre 2018/19. A produção estimada para Argentina, Brasil e China não tiveram
alteração em relação ao levantamento passado.
Em relação ao 8º levantamento, o
USDA não alterou sua expectativa de consumo para os EUA, projetado em 60,8 milhões
de toneladas. Esse volume supera em 0,4% o recorde registrado em 2018/19. Não
houve mudança também na previsão para Argentina e União Europeia na passagem do
mês.
A demanda pela soja no Brasil foi revisada para baixo em 0,6% em relação
ao mês passado.
Para a China, maior consumidor global da oleaginosa, o USDA
elevou a estimativa de demanda em 0,5% na comparação com o levantamento
anterior.
Na comparação mensal, a perspectiva de exportação de soja ficou
inalterada para os três grandes exportadores mundiais: Brasil, Estados Unidos e
Argentina.
Esses três países respondem por aproximadamente 89% da soja comercializada
no mercado internacional. Para os EUA, o USDA vem revisando para baixo os embarques
do país desde o 1º levantamento, em maio/2019, quando eram estimados embarques
da ordem de 53 milhões de toneladas para esse ciclo.
Desde então, o volume
projetado para os embarques já caiu 9%.
O Departamento de Agricultura dos EUA
previu um aumento nos estoques brasileiros de soja, que passaram de 30,4 para 31,2
milhões de toneladas entre o 8º e o 9] levantamento.
Com isso, o volume supera
em 3% o registrado em 2018/19. Apesar de ficarem inalterados na comparação
mensal, os estoques finais da Argentina (25,9 milhões de toneladas) e dos EUA
(12,9 milhões de toneladas) devem ser 10,4% e 48,0% menores, respectivamente,
na comparação com a safra anterior.
Os estoques chineses foram reduzidos em 2,1%
na comparação mensal.
5 de novembro de 2019
Safra mundial de soja
O
Departamento de Agricultura dos EUA - USDA, em seu 6º levantamento, prevê uma produção
global de soja de 339,0 milhões de toneladas, recuo de 2,4 milhões de toneladas
em relação ao 5º levantamento e o menor nível em 4 anos, refletindo
principalmente uma menor produção para os Estados Unidos.
O
consumo global do grão foi revisado para baixo em relação ao relatório de setembro,
estimado em 352,3 milhões de toneladas, mas ainda 2,0% superior à safra
2018/19. Já as estimativas para os estoques finais globais da oleaginosa
ficaram em 95,2 milhões de toneladas, queda de 14,7 milhões de toneladas sobre
o ciclo anterior.
O USDA
manteve inalterada a sua última estimativa para as exportações globais da
oleaginosa, projetada em 149,4 milhões de toneladas, volume relativamente igual
ao embarcado na safra 2018/19.
A
produção de soja dos EUA foi projetada em 96,6 milhões de toneladas, volume
2,3% menor que estimado em setembro, reflexo da menor área plantada e,
principalmente, da menor produtividade, que passou de 53,1 scs/ha para 52,0
scs/ha entre os levantamentos mensais.
Para o
Brasil (123,0 milhões de toneladas), Argentina (53,0 milhões de toneladas) e
China (17,1 milhões de toneladas), o USDA manteve inalteradas as estimativas
anteriores.
Entre
o 5º e o 6º levantamento, o consumo global foi revisado em 1,1 milhão de
toneladas menor, projetado em 352,3 milhões de toneladas para 2019/20, reflexo
da menor demanda na Argentina, que passou de 52,2 milhões de toneladas para
51,2 milhões.
Para
os EUA a previsão indica consumo total e esmagamento do grão relativamente
estáveis na comparação mensal, da ordem de 61,2 milhões de toneladas e 57,7
milhões de toneladas, respectivamente. Para a China e Brasil, o consumo ficou
inalterado na comparação mensal.
O USDA
manteve inalteradas as estimativas das exportações globais e de todos os
principais players na passagem do mês. O Brasil (76,5 milhões de toneladas)
segue como o maior fornecedor mundial do grão, seguido pelos EUA (48,3 milhões
de toneladas) e Argentina (8,0 milhões de toneladas). Para o Brasil, o volume
representa um recorde.
O
Paraguai vem se destacando ano-a-ano, e para safra 2019/20 estima-se embarques
recorde de 6,2 milhões de toneladas e já se aproxima da Argentina.
Os
estoques finais dos EUA recuaram de 17,4 para 12,5 milhões de toneladas entre o
quinto e sexto levantamento. Esse volume é 49,6% menor que o da safra 2018/19.
O
recuo observado nos EUA foi parcialmente compensado por aumentos nos níveis dos
estoques do Brasil (de 28,4 para 29,0 milhões de toneladas) e da Argentina (de
26,1 para 27,0 milhões de toneladas). Para a China (19,0 milhões de toneladas)
não houve alteração.
O
Departamento de Agricultura dos EUA, em seu 6º levantamento, prevê uma produção
global de soja de 339,0 milhões de toneladas, recuo de 2,4 milhões de toneladas
em relação ao 5º levantamento e o menor nível em 4 anos, refletindo
principalmente uma menor produção para os Estados Unidos.
O
consumo global do grão foi revisado para baixo em relação ao relatório de setembro,
estimado em 352,3 milhões de toneladas, mas ainda 2,0% superior à safra
2018/19. Já as estimativas para os estoques finais globais da oleaginosa
ficaram em 95,2 milhões de toneladas, queda de 14,7 milhões de toneladas sobre
o ciclo anterior.
O USDA
manteve inalterada a sua última estimativa para as exportações globais da
oleaginosa, projetada em 149,4 milhões de toneladas, volume relativamente igual
ao embarcado na safra 2018/19.
11 de junho de 2019
safra de soja 2019/2020
SAFRA
MUNDIAL DE SOJA
Em
seu primeiro levantamento para a safra mundial de soja 2019/20, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA previu
uma produção mundial de soja de 355,7 milhões de toneladas, queda de 6,4
milhões de toneladas em relação a safra anterior. A produção menor para os Estados
Unidos, Argentina e Canadá, foi parcialmente compensada por uma maior safra
brasileira.
O
consumo foi projetado em 355,4 milhões de toneladas, e representa um
crescimento de 2,4% em relação ao ciclo passado. Com o equilíbrio entre oferta
e demanda, os estoques devem continuar nos mesmos níveis da safra 2018/19,
totalizando 113,1 milhões de toneladas.
As
exportações globais do grão para 2019/20 foram estimadas em 151,2 milhões de
toneladas, embarques relativamente estáveis em relação a safra 2018/19.
A
produção brasileira de soja foi projetada em 123,0 milhões de toneladas, um
aumento de 6,0 milhões em relação à safra passada.
O
crescimento esperado reflete uma expansão na área plantada e tendência de maior
produtividade.
Já a
colheita americana da oleaginosa foi estimada em 112,9 milhões de toneladas,
queda de 8,7% em comparação ao ciclo anterior, em função de redução na área.
A
produção argentina registrou queda de 3,0 milhões de toneladas em relação à
temporada 2018/19.
O
consumo global da oleaginosa foi estimado em 355,4 milhões de tonelada, 8,2
milhões de toneladas acima do ciclo passado. Apesar da expectativa de queda no consumo
de farelo de soja na China, espera-se um crescimento de aproximadamente 2% na
demanda global de farelo em 2019/2020.
Para
Argentina e Brasil, a estimativa de consumo de soja registrou crescimento de
6,6% e 2,5%, respectivamente.
Já
para Estados Unidos e China, a expectativa é de demanda relativamente estável
em relação à safra anterior.
A
estimativa para os embarques de soja dos EUA registrou um crescimento de 9,9%
na comparação com a safra recorde de 2018/19, totalizando 53,1 milhões de toneladas.
Para
o Brasil, o órgão espera uma redução de 4,5% nos embarques da oleaginosa em
relação ao ciclo anterior.
Argentina
e Paraguai devem ter aumentos expressivos nas vendas externas de soja nessa
temporada em relação a passada, respectivamente de 11,1% e 10,7%.
O
USDA reduziu as projeções para os estoques finais de soja da Argentina e dos
EUA, que devem ficar 7,3% e 2,5%, respectivamente, menores em relação à safra anterior.
Já
para o Brasil, com o prognóstico de uma safra recorde, a expectativa é de
estoques 6,5% acima do volume da temporada anterior.
No
caso da China, o órgão estimou estoques relativamente estáveis em relação a safra
2018/19, com possível crescimento de 0,8% nesse ciclo.
14 de janeiro de 2019
safra mundial de soja
O
Departamento de Agricultura dos Estados Unidos - USDA estima que a safra
mundial de soja em 2018/19 será de 369,2 milhões de toneladas, um aumento de
29,7 milhões de toneladas em relação à safra anterior e 1,7 milhão acima da
previsão de novembro.
O
consumo para o período foi projetado em 351,5 milhões de toneladas, o que
supera em 4,6% o registrado em 2017/18. Os estoques podem ter um aumento de 14
milhões de toneladas em relação ao ciclo anterior, totalizando 115,3 milhões de
toneladas.
As
previsões para as exportações de 2018/19, de 156,1 milhões de toneladas, foram
elevadas em 650 mil toneladas em comparação à estimada em novembro, e
representa um recorde nos embarques globais do grão.
O
USDA manteve inalterada sua expectativa de produção da soja para os EUA. Ainda
assim, se o resultado for confirmado, o país deverá produzir um volume recorde
de 125,2 milhões de toneladas, 4,3% superior ao de 2017/18.
Para
o Brasil, o relatório atual elevou sua última estimativa, publicada em
novembro, em 1,5 milhão de toneladas, o que posiciona o país como o segundo
maior produtor de soja do mundo, com 122 milhões de toneladas, volume recorde.
O
consumo da China (109,6 milhões de toneladas), EUA (60,1 milhões de toneladas),
e Argentina (47,9 milhões de toneladas) permaneceram inalterados em relação ao relatório
de novembro. Se a previsão for confirmada, esses países experimentarão recordes
na safra 2018/19.
Para
o Brasil, o órgão revisou negativamente sua previsão para a demanda de soja,
2,2% abaixo do estimado em novembro. Com isso, o país deve consumir 45 milhões de
toneladas em 2018/19.
Na
comparação mensal, a perspectiva de exportação de soja brasileira foi elevada
de 77 milhões de toneladas para 81 milhões de toneladas entre novembro e dezembro,
o que significa um recorde e a liderança como maior fornecedor global da
oleaginosa.
As
exportações dos EUA ficaram inalteradas na passagem do mês, estimadas em 51,7
milhões de toneladas. O USDA vem revisando para baixo os embarques do país
desde o 1º levantamento, quando era estimados embarques da ordem de 62 milhões
de toneladas para o período.
Para
os EUA, Brasil e China, o relatório trouxe estoques relativamente inalterados.
No caso norte-americano, se concretizados, seriam os mais altos da série
histórica, iniciada em 1964/65, ao totalizar 26 milhões de toneladas na safra
2018/19.
Para
a Argentina foram projetados estoques 8,6% maiores na passagem de novembro para
dezembro, alcançando 41,3 milhões de toneladas, 19,6% maiores que o nível registrado
em 2017/18.
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