21 de novembro de 2017

Safra Mundial de soja - mercado futuro

     O Departamento de Agricultura dos EUA - USDA, em seu sétimo levantamento para a safra mundial de soja 2017/18, elevou de 347,9 para 348,9 milhões de toneladas sua expectativa para a oferta global do grão, o que representa um recuo de 2,4 milhões de toneladas em comparação a 2016/17.
     Entre o sexto e o sétimo levantamento, a expectativa para o consumo global passou de 344,4 para 345,0 milhões de toneladas, enquanto que o estoque final foi projetado em 97,9 milhões de toneladas (ante 96,1 milhões de toneladas previsto em outubro).
    As exportações mundiais foram revisadas para cima, passando de 151,0 para 152,4 milhões de toneladas entre outubro e novembro, volume recorde para os embarques da oleaginosa.
    Embora o USDA tenha mantido estável sua expectativa para a área plantada de soja nos EUA, o órgão reduziu a previsão de produtividade da lavoura, impactando a produção do país, que passou de 120,6 milhões de toneladas em outubro para os atuais 120,4 milhões de toneladas.
   Para o Brasil, houve elevação de 1 milhão de toneladas sobre a estimativa anterior, totalizando 108,0 milhões de toneladas.
    As estimativas para o consumo norte-americano (56,5 milhões de toneladas) e brasileiro (45,7 milhões de toneladas) ficaram estáveis na passagem de outubro para novembro. Para ambos os países o volume representa um recorde.
Para a China, maior consumidor global do grão, o USDA elevou de 109,6 para 110,8 milhões de toneladas a expectativa de consumo do país entre o sexto e o sétimo relatório.
  O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) manteve inalteradas as expectativas anteriores de exportação de soja dos EUA (61,2 milhões de toneladas) e Argentina (8,0 milhões de toneladas).  Já a previsão de embarques do grão brasileiro foi elevada em 1 milhão de toneladas na passagem do mês, chegando a 65,0 milhões de toneladas, o que significa um recorde e consolida a liderança do país no ranking global como maior exportador.
   A previsão de estoque dos EUA foi reduzida entre outubro e novembro, passando de 11,7 para 11,6 milhões de toneladas.
   Nessa mesma base de comparação, foram elevados os estoques finais de Argentina (de 37,1 para 37,6 milhões de toneladas), Brasil (de 22,0 para 22,3

milhões de toneladas) e China (de 19,6 para 20,6 milhões de toneladas).

17 de outubro de 2017

safra mundial de soja . 6º levantamento do USDA

    O Departamento de Agricultura dos EUA, em seu sexto levantamento para a safra mundial de soja 2017/18, manteve relativamente estável sua última expectativa para a oferta global do grão, estimada em 347,9 milhões de toneladas, o que representa um recuo de 3,4 milhões de toneladas em comparação a 2016/17.
     Entre o quinto e o sexto levantamento, a expectativa para o consumo ficou inalterada (344,4 milhões de toneladas) e para os estoques globais foi reduzida (de 97,5 para 96,0 milhões de toneladas).
     O volume global de exportação foi ligeiramente reduzido de 151,4 para 151,0 milhões de toneladas em relação ao relatório anterior, porém ainda representa um recorde para os embarques da oleaginosa.
      Entre setembro e outubro, o USDA ampliou a expectativa de área plantada com soja nos EUA e reduziu a produtividade esperada da lavoura. Com isso, ficou inalterada a previsão de safra recorde no país em 2017/18.
     Para o Brasil, não houve alteração na estimativa anterior, divulgada em setembro, prevista em 107 milhões de toneladas em 2017/18, sob uma área
plantada recorde. 
     As estimativas para o consumo norte-americano (56,5 milhões de toneladas) e argentino (49,3 milhões de toneladas) ficaram estáveis na passagem de setembro para outubro. Para ambos os países o volume representa um recorde.
    Para a China, maior consumidor global do grão, o USDA elevou de 109,1 para 109,6 milhões de toneladas a estimativa de consumo do país entre o quinto e o sexto relatório.
   O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) manteve inalterada a expectativa de exportação de soja do Brasil (64,0 milhões de toneladas), EUA (61,2 milhões de toneladas) e Argentina (8,0 milhões de toneladas) em comparação ao relatório anterior. No caso dos dois maiores exportadores globais do grão, a estimativa de embarques representa um recorde. 
   Entre setembro e outubro, os estoques finais dos EUA passaram de 12,9 para 11,7 milhões de toneladas.
    Nessa mesma base de comparação, os volumes em estoque do Brasil também ficaram 500 mil toneladas menores, passando para 22,0 milhões de toneladas.

  Os estoques finais da Argentina não sofreram alteração de um mês para o outro, projetados em 37,1 milhões de toneladas. Já para a China, os níveis passaram de 19,4 para 19,6 milhões de toneladas.

6 de outubro de 2017

USDA- mercado mundial da soja

    O Departamento de Agricultura dos EUA - USDA, em seu quinto levantamento para a safra mundial de soja 2017/18, manteve inalterada sua expectativa anterior para a oferta global do grão, estimada em 348,4 milhões de toneladas. Porém, o volume representa um recuo de 3 milhões de toneladas em comparação a 2016/17.
    Entre o quarto e o quinto levantamento, o consumo e os estoques globais ficaram relativamente estáveis, na ordem de 344,3 milhões de toneladas e 97,5 milhões de toneladas, respectivamente.
   O volume global de exportação foi projetado em um recorde de 151,4 milhões de toneladas para o final do período 2017/18, volume estável em relação a agosto e 3,5% maior que a safra anterior.
    Estima-se uma produção de 120,6 milhões de toneladas de soja nos EUA, aumento de 1,1% em relação a agosto e 2,9% em relação ao ano passado. A produtividade média no pais é maior do que a
apontada no mês passado, porém ainda menor na comparação com a safra 2016/17.
   Para o Brasil, não houve alteração na estimativa anterior, divulgada em agosto, prevista em 107 milhões de toneladas em 2017/18, sob uma área plantada recorde.
  As estimativas para o consumo norte-americano ficaram relativamente estáveis na passagem de agosto para setembro, totalizando 56,5 milhões de toneladas.
   No entanto, em relação à safra passada, o volume é 3,2% maior e representa um recorde para o país.
    Para a China, maior consumidor global do grão, o USDA elevou de 108,1 para 109,1 milhões de toneladas a estimativa de consumo do país entre agosto de setembro.
    Entre o quarto e o quinto relatório, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) elevou a estimativa para as exportações do país, passando de 60,6 para 61,2 milhões de toneladas ao final de 2017/18, o que representa incremento de 3,7% sobre 2016/17.
   Para o Brasil, não houve alteração nas previsões anteriores e o país deve embarcar 64,0 milhões de toneladas, recorde 2,4% maior que 2016/17. Com esse resultado, o país se consolida como o maior fornecedor mundial da oleaginosa.
  Os estoques mundiais foram reduzidos entre o quarto e quinto levantamento, estimados em 97,5 milhões de toneladas para o final do período projetado.

  Em relação ao relatório anterior, a Argentina (+1,0%) e a China (+2,6%) foram os únicos países, entre os maiores players, a ter seus números elevados pelo USDA, alcançando 37,1 milhões de toneladas e 19,4 milhões de toneladas, respectivamente.

14 de agosto de 2017

mercado da soja - agosto 2017

    O Departamento de Agricultura dos EUA -USDA- divulgou o quarto levantamento sobre a estimativa da safra mundial de soja em 2017/18. 
     O órgão destaca uma colheita de 347,4 milhões de toneladas, o que corresponde a um incremento de 2,3 milhões de toneladas entre julho e agosto e queda de 1,2% contra 2016/17. 
     Esse desempenho em relação à safra anterior é explicado pela expectativa de menor área plantada e produtividade média global.
     Espera-se um volume recorde para o consumo e para os estoques no mundo, na ordem de 343,3 milhões de toneladas e 97,8 milhões de toneladas, respectivamente.
   O volume global de exportação foi projetado em um recorde de 151,2 milhões de toneladas para o final do período 2017/18.
   A previsão para a produção dos EUA foi elevada em 3,3 milhões de toneladas em comparação ao terceiro levantamento, projetada em 119,2 milhões de toneladas.
   O resultado surpreendeu o mercado, em razão, principalmente, da melhora na expectativa da produtividade média das lavouras no país.
      Para o Brasil, a estimativa é de uma colheita da ordem de 107 milhões de toneladas em 2017/18, sob uma área de 34,7 milhões de hectares. A produtividade prevista para a oleaginosa no país é de 3,1 t/ha.
   As estimativas para o consumo norte-americano ficaram 250 mil toneladas abaixo da anterior, totalizando 56,5 milhões de toneladas. No entanto, em relação à safra passada, o volume é 3,4% maior e representa um recorde para o país.
    As previsões para o consumo chinês mantiveram-se estáveis na comparação mensal, em 108,1 milhões de toneladas, volume recorde.
    Na passagem de julho para agosto, o USDA elevou a estimativa para as exportações dos EUA, totalizando 60,6 milhões de toneladas ao final de 2017/18, incremento de 3,5% sobre 2016/17.
     Para o Brasil, não houve alteração nas previsões anteriores e o país deve embarcar 64,0 milhões de toneladas, recorde 4,9% maior que 2016/17. Com esse resultado, o país se consolida como o maior fornecedor mundial da
oleaginosa.
     Os estoques mundiais foram elevados entre o terceiro e quarto levantamento, estimados em 97,8 milhões de toneladas para o final do período projetado. 

     Em relação ao relatório anterior, a Argentina foi quem mais elevou seu nível de estoque, passando de 33,1 para 36,7 milhões de toneladas, aumento de 11% de um mês para o outro. Com isso, o volume supera em 3,3% o verificado na safra 2016/17.

12 de junho de 2017

Safra de soja 2017/2018

     No 2º levantamento da safra mundial de soja 2017/18, o USDA prevê aumento da área plantada, mas a produtividade média global deve ser inferior à do ciclo 2016/17. 
     Com isso, a oferta mundial da oleaginosa deve ser de 344,7 milhões de toneladas, 1,9% menor do que a safra anterior.
     O consumo global não apresentou alteração em relação à estimativa de maio e segue recorde, projetado em 344,2 milhões de toneladas. Os estoques globais do grão devem ser menores em 2017/18, em comparação à 2016/17, e chegar à 92,2 milhões de toneladas.
   As exportações mundiais de soja no período 2017/18 devem ser de 149,1 milhões de toneladas, aumento de 3,1% em relação ao volume embarcado em 2016/17.
     A expectativa de colheita dos EUA ficou inalterada em comparação ao levantamento anterior e menor em relação à safra 2016/17, estimada em 115,8 milhões de toneladas. Isso se deve à previsão de queda na produtividade média da cultura no país.
    Para o Brasil, embora seja prevista uma área plantada recorde, a menor produtividade esperada para a safra 2017/18 reflete a expectativa de produção do País, que deve colher 107,0 milhões de toneladas, 6,1% a menos que na safra anterior.
     Em relação ao relatório anterior, divulgado em maio, o consumo dos principais players ficou inalterado. Com isso, todos os países devem registrar demanda recorde para 2017/18.
     A China é o grande destaque (novamente). O País deve consumir 106,8 milhões de toneladas e registrar mais um recorde. Desde a safra 2003/04 o país cresce ano-a-ano sua demanda pelo grão, quando partiu de 34,4 milhões de toneladas para o volume atual projetado.
     Em relação à maio, as estimativas ficaram praticamente inalteradas para todos os principais players globais.

    O Brasil segue como o maior exportador mundial de soja, com previsão de embarques recordes, estimados em 63,5 milhões de toneladas. Já os EUA, segundo maior player mundial, deve exportar 58,5 milhões de toneladas. Os dois países somados representam mais de 80% de toda soja exportada pelo mundo.
    O USDA prevê estoques menores para a China, que começa a ampliar o volume de esmagamento do grão, e pode chegar ao final do período com 17,4 milhões de t.

    Em relação ao levantamento de maio, o departamento de agricultura dos EUA elevou as estimativas de estoques do Brasil (+7,7%), Argentina (+5,2%) e dos EUA (+3,1%), chegando ao final de 2017/18 com 23,1 milhões de toneladas, 32,5 milhões de toneladas e 13,5 milhões de toneladas, respectivamente.

12 de abril de 2017

Mercado Mundial da Soja

    Conforme o 12º levantamento do USDA a safra mundial de soja 2016/17, prevê 10,5% ou 32,9 milhões de toneladas adicionais em relação à safra anterior, totalizando 346 milhões de toneladas. A safra recorde projetada se deve pelo forte incremento na produtividade média em termos globais.
    O consumo mundial do grão projetado é um recorde de 332,4 milhões de toneladas, aumento de 5,7% sobre 2015/16. Os estoques finais globais também registram níveis recordes, com expectativa de 87,4 milhões de toneladas, 13,3% acima do registrado na safra anterior.
     As exportações previstas são de 143 milhões de toneladas, incremento de 11,1 milhões de toneladas sobre os embarques de 2015/16, o que também representa um recorde.
     O clima favorável ao desenvolvimento das lavouras de grãos no Brasil proporcionou um incremento significativo na produtividade da oleaginosa, que somado ao incremento em área plantada leva o país à produção recorde de 111 milhões de toneladas. O resultado é 3,0 milhões de toneladas acima do estimado em março e 14,5 milhões de toneladas maior que 2015/16.
    Os EUA também devem colher uma safra recorde, de 117 milhões de toneladas, volume idêntico ao do relatório anterior e 9,7% superior à safra 2015/16.
   O consumo global de soja deve ser de 332 milhões de toneladas, demanda recorde influenciada por aumentos em todos os grandes mercados. A China segue como o maior, com 101 milhões de toneladas, alta de 6,4% sobre 2015/16.
    A expectativa da demanda dos EUA foi menor do que o previsto no relatório anterior, ainda assim representa um recorde, com 56,0 milhões de toneladas.
    O consumo do Brasil deve ser recorde, somando 45,1 milhões de toneladas.
   As exportações do Brasil devem ser recorde nesta safra, com 61,9 milhões de toneladas.    O volume representa quase a oferta da Argentina e Paraguai somadas. Com isso, o País segue como o maior exportador global da oleaginosa.
  Com uma estimativa de 55,1 milhões de toneladas de exportação, os EUA registram volume recorde que supera em 4,6% o registrado em 2015/16.

   As estimativas de estoque final de soja para a Argentina e Brasil foram elevadas entre os relatórios de março e abril, totalizando, respectivamente, 30,4 e 22,6 milhões de toneladas.    No caso do primeiro, o volume ficou 4,9% menor do que o nível de 2015/16. Já para o segundo, houve um forte incremento de 25,2% nesse mesmo período.